No Glossário do Empreendedor, conheça práticas empregadas no comércio que podem engordar o caixa ao incentivar compras com maior quantidade de itens e produtos de maior valor agregado

O mundo dos negócios tem algumas regras simples. Eis uma delas: para que uma empresa aumente sua lucratividade, é necessário vender mais ou diminuir os custos.

Como a recente recessão já forçou as empresas a cortar o que poderiam (e mais um pouco), a alternativa é turbinar o faturamento.

Neste caso, caímos em outra regrinha: vender para clientes que já conhecem a marca é fácil e barato do que buscar novos consumidores. Então, nada melhor do que vender mais produtos ou itens mais caros para os atuais clientes.

E é aí que entram dois conceitos bem rotineiros no varejo, e muitas vezes praticados de forma trivial pelos lojistas. O cross-selling e o up-selling.

O primeiro é a prática de vender produtos complementares aos clientes que já compraram ou estão em via de fechar um pedido. É caso das lojas online, como Netshoes e Dafiti. Que quando um cliente compra um tênis logo recebe ofertas de meias.

A mesma ideia acontece no McDonald’s, quando, ao vender um lanche, o atendente oferece batata-frita.

O segundo, up-selling, é ofertar ao consumidor um produto de maior valor em relação ao item que ele está habituado a comprar (ou que tinha a intenção de comprar). É uma maneira de encorajar o cliente a gastar um pouco mais, em troca de melhor retorno de benefícios.

Um bom exemplo é quando o cliente compra sempre um determinado modelo de camisa e a lojista, então, passa a oferecer camisas similares, ligeiramente mais caras, mas com um tecido mais confortável e que não amassa.

Fonte:http://contadores.cnt.br/noticias/empresariais/2017/11/09/cross-selling-e-up-selling-ja-ouviu-falar-sao-taticas-para-turbinar-o-faturamento.html

“Futurus Contabilidade”

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